Obra Zerada

INSS de obras · Regularização · Brasil inteiro

Sua obra pode estar pagando INSS a mais.

Conferimos cada documento e analisamos o projeto para encontrar o que está sendo cobrado indevidamente — e entregamos sua obra regular, em dia com a Receita, pagando o valor correto.

Obra Zerada · Sua obra em dia, pagando o valor correto
CND de obraSEROMatrícula CNOAferiçãoAverbação

O detalhe que faz a diferença

Seguir o passo a passo da Receita não basta.

A maioria das obras é apurada por arbitramento — um cálculo automático que quase sempre pesa a mais. Sem uma análise técnica documento por documento, esse valor passa direto e a obra fecha pagando mais do que deve.

E existe um risco que quase ninguém enxerga a tempo: a regularização feita por quem não domina o assunto. O sistema aceita o que se declara. Categoria trocada, área informada a mais, documento que existia e não foi apresentado — nada disso trava o procedimento. A certidão sai, o valor a maior é recolhido, e não há devolução automática. Quem paga a conta é você.

Como trabalhamos

Cada obra é analisada uma a uma — e todas percorrem o mesmo caminho.

Em cada etapa, uma análise tributária rigorosa aplica as normas da Receita Federal ao caso concreto da sua obra: a área, a destinação, a categoria, o material empregado e cada documento que existe. É esse rigor que impede o pagamento de valores a maior — e é ele que dá nome ao nosso método.

Trabalhamos com segurança técnica e conformidade fiscal: todo o procedimento é documentado e verificável, do primeiro documento recebido até a certidão na sua mão. O que entregamos se sustenta diante da Receita Federal — hoje e depois.

Não é pagar menos. É pagar o valor CERTO, na hora certa. Quem não faz isso não economiza — só adia, com juros.

O resultado que se pode esperar

A mesma obra, dois valores muito diferentes.

Nada do que fazemos foge da norma. O que fazemos é aplicar a norma inteira, e é isso que separa o valor que a Receita apura sozinha do valor que a obra realmente deve. Veja a diferença em três obras atendidas pela Obra Zerada, em três estados: de um lado, o que estava sendo cobrado; do outro, o que a obra realmente devia.

Amazonas · 234 m²

A Receita apurava R$ 20.900,20. O valor correto, depois da análise, ficou em R$ 7.344,22.

R$ 13.555,98 a menos

Santa Catarina · 272 m²

De R$ 32.247,51 para R$ 14.543,44 — a mesma obra, apurada pelo que realmente foi construído.

R$ 17.704,07 a menos

São Paulo

De R$ 108.971,77 para R$ 42.614,23, com a documentação organizada e a norma aplicada por inteiro.

R$ 66.357,54 a menos

Cada obra tem o seu número: a área, o município, a destinação, o material e a documentação disponível mudam o resultado. O que fazemos é apurar a conta correta.

O MÉTODO CERTO: cinco passos, na ordem, sem pular etapa.

Toda obra que passa por aqui percorre estes cinco passos. Você acompanha cada um deles, em linguagem simples, e assina só o necessário.

C

Cadastrar

A obra é inscrita no CNO, o cadastro da Receita Federal — o ponto de partida de qualquer regularização.

CNO
E

Evidenciar

Reunimos e analisamos toda a documentação da obra: projeto, alvará, notas fiscais e o que mais existir. É aqui que aparece o que muda o valor.

ProjetoDocumentos
R

Regularizar

Verificamos a aferição e apuramos o valor real da obra, aplicando as normas da Receita Federal ao seu caso concreto.

SEROAferição
T

Traz segurança

Cada etapa é documentada e verificável, do início ao fim. O que entregamos se sustenta diante da Receita Federal — hoje e depois.

Conformidade fiscal
O

Obter a CND

A Certidão Negativa de Débitos da obra em mãos — o documento que libera a averbação no cartório de registro de imóveis.

CNDAverbação

Para quem é

Feito para quem constrói grandes sonhos — e não quer pagar a mais.

  • Quem está construindoDe uma casa a um empreendimento — onde há obra, há INSS para apurar do jeito certo, e não pelo cálculo automático.
  • Obras antigas, reformas e demoliçõesNão é só construção nova. Obra já concluída, reforma e até demolição também podem precisar de regularização junto ao INSS — e dá para acertar isso agora, com a documentação correta.
  • ConstrutoresO pequeno e o médio construtor, que tocam a obra e precisam entregá-la regular — sem estrutura própria para cuidar da parte fiscal.
  • Construtoras e incorporadorasEmpreendimentos que precisam de CND e conformidade fiscal para entregar sem pendências.
  • Engenheiros, arquitetos, contadores e advogadosProfissionais que acompanham a obra ou a vida fiscal do cliente e querem entregá-la regular junto ao INSS — sem precisar dominar um assunto que não é o deles.
  • Em qualquer estadoO serviço é federal e 100% online. Atendemos obras no Brasil inteiro.

O que resolvemos

As situações que travam a sua obra — e como cuidamos de cada uma.

CND travada

A certidão não sai e a obra não regulariza. Encontramos exatamente o que está travando e resolvemos.

Cobrança por arbitramento

Recalculamos pela aferição correta, com base na documentação real da obra — não no cálculo automático.

Matrícula no CNO

Inscrição e regularização da obra no Cadastro Nacional de Obras, inclusive migração de matrícula CEI.

SERO e aferição

Escrituração e apuração da contribuição previdenciária pelo sistema oficial da Receita Federal.

Empreitada total

Definição correta dos responsáveis quando a obra é entregue por empreitada, evitando cobrança em duplicidade.

Averbação na matrícula

Com a CND em mãos, a obra é averbada na matrícula do imóvel no cartório — o que regulariza a construção perante o registro.

Casa de alto padrão com metade da fachada concluída e metade revelando a estrutura em alvenaria: tijolos, blocos e pilares de concreto
A mesma casa, com a estrutura revelada em steel frame: perfis metálicos e placas de OSB

Quando o método construtivo muda a conta

Pré-fabricados, steel frame e wood frame não são apurados como alvenaria.

Do lado de fora, parecem gêmeas. Mas o valor do INSS não vem da aparência — vem do projeto, do método construtivo e dos documentos que chegam à Receita Federal. Mesmo tamanho, histórias documentais diferentes: valores diferentes.

É o caso das obras com estruturas pré-fabricadas e pré-moldadas de terceiros — pilares e vigas de concreto ou aço, painéis, madeira. Boa parte é industrializada, então emprega menos mão de obra no canteiro. E o INSS da obra incide justamente sobre a mão de obra. Quando isso é comprovado à Receita da forma correta, o valor apurado muda de patamar.

A norma prevê condições específicas para esse reconhecimento, e nem toda obra se enquadra. É exatamente o que a análise técnica verifica — antes de você contar com qualquer resultado.

Conformidade fiscal, do começo ao fim.

Cada etapa é documentada exatamente como a Receita Federal exige. Sua obra fica regular e você, seguro — com tudo comprovado, guardado e pronto para qualquer verificação futura.

Flávia Iracema, especialista em regularização de INSS de obras

Quem cuida da sua obra

Flávia Iracema

Especialista em regularização de INSS de obras, com profundo conhecimento das exigências legais de tributação de obras e dos procedimentos práticos — que é, no fim, o que resolve. Cada obra é tratada de perto, com atenção pessoal a cada documento: porque é no detalhe do projeto e da documentação que se decide entre pagar o valor correto e pagar a mais.

Brasil
atuação em todo o país
100%
online, do início à CND
RFB
regra federal, igual em todo estado
Fale com nossa equipe

Recebeu uma notificação da Receita?

Comece por aqui.

E se você ainda não recebeu nada, melhor ainda: regularizar antes da notificação é mais simples, sai mais barato e evita a cobrança automática lá na frente.

Recebi uma notificação da Receita Federal sobre a minha obra. E agora?
Primeiro: não ignore e não pague no susto. A notificação costuma trazer um valor de contribuição previdenciária (INSS) apurado de forma automática — e, na maioria das obras, esse valor vem maior do que o devido. O caminho certo é fazer uma análise técnica dos documentos antes de qualquer pagamento. Envie a notificação pelo nosso WhatsApp que já explicamos o que ela significa e quais são os próximos passos.
O que é o CNO (Cadastro Nacional de Obras)?
É o cadastro da sua obra na Receita Federal — como se fosse o "CPF da obra". Toda construção civil precisa ser inscrita no CNO, e é a partir dele que a Receita controla a contribuição previdenciária sobre a mão de obra empregada na construção. Se a sua obra ainda não tem CNO, ou tem uma antiga matrícula CEI, nós cuidamos da inscrição e da regularização.
Por que a Receita cobra INSS de uma obra particular?
Porque construir envolve mão de obra, e sobre a mão de obra incide contribuição previdenciária. Mesmo quem constrói a própria casa é responsável por essa contribuição. O ponto é: ela precisa ser calculada pela aferição correta da obra — pelo que realmente foi construído e documentado — e não por um cálculo automático que presume mão de obra a mais.
Como a Receita fica sabendo que eu construí (ou estou construindo)?
Muita gente acha que uma obra particular passa despercebida — mas não passa, pois atualmente a Receita recebe mensalmente os dados dos alvarás de construção e habite-se emitidos no Município. Desta forma, todos os meses a Receita atualiza seus dados sobre as obras em todo o território nacional. Por isso o ideal é regularizar com o MÉTODO CERTO, desenvolvido por nossa equipe, antes da cobrança chegar.
O que é o CIB, o "CPF do imóvel"?
O Cadastro Imobiliário Brasileiro (CIB) é um código de identificação composto por sete caracteres alfanuméricos (letras e números), no formato "AAAAAAA-D", criado para cada imóvel do Brasil, seja urbano ou rural, por determinação da legislação federal. Por isso se popularizou o termo "CPF do imóvel": ele passa a ser a identificação nacional do imóvel para
  • registro do imóvel no cartório;
  • pagamento dos impostos relativos ao imóvel;
  • solicitação do alvará de construção;
  • cadastro e regularização de uma obra de construção civil perante a Receita Federal;
  • operações de locação e venda de imóveis, entre outras.
O valor que me cobraram parece altíssimo. Está certo?
Muitas vezes, não. Quando falta documentação, a Receita apura por arbitramento: estima a mão de obra por metro quadrado e cobra em cima disso — quase sempre para mais. Com as notas, o projeto e os documentos certos, dá para recalcular pela aferição real e chegar ao valor correto. É exatamente aí que costuma estar a economia.
Minha obra usa estrutura pré-fabricada. Isso muda o INSS?
Pode mudar — e às vezes bastante. O INSS da obra é calculado sobre a mão de obra empregada na construção. Estruturas pré-moldadas e pré-fabricadas compradas de terceiros (concreto, aço, madeira, painéis) são industrializadas, o que reduz a mão de obra no canteiro. A norma da Receita reconhece isso na aferição — mas o reconhecimento tem condições específicas, e há situações que ficam de fora, como peças fabricadas na própria obra. A análise técnica é o que verifica se a sua obra se enquadra e o que precisa ser comprovado.
O que é a CND e por que ela trava a minha obra?
A CND (Certidão Negativa de Débitos) é o documento que prova que a obra está em dia com o INSS. É ela que permite averbar a construção na matrícula do imóvel, no cartório de registro de imóveis — o que deixa o imóvel regularizado e livre para vender, financiar ou inventariar sem pendências. Regularizar a obra é o que libera essa certidão — e é o coração do nosso trabalho.
Eu não entendo nada disso. Vocês resolvem tudo?
Sim — essa é a ideia. Você não precisa aprender CNO, SERO nem aferição. Nós fazemos a análise técnica, cuidamos de toda a documentação e conduzimos a regularização junto à Receita, do começo ao fim, tudo comprovado conforme a Receita Federal exige. Você acompanha em linguagem simples e assina só o necessário.
Vocês atendem online? Como começa?
Atendemos o Brasil inteiro, 100% online — o serviço é federal. Começa com uma conversa rápida no WhatsApp: você conta pra gente o tamanho e a fase da obra, envia a notificação (se já tiver) e dizemos se vale a análise técnica. Sem compromisso.

Regularizar não é confessar. É escolher quando e quanto pagar.

A sua obra já existe nos registros, e a obrigação tributária nasceu junto com ela — mesmo que ninguém tenha avisado você na época, e mesmo que a obra tenha terminado anos atrás. A cobrança não depende de a fiscalização bater à sua porta: ela já existe, e só o tempo separa você dela. Quem não escolhe acaba pagando o máximo, na hora que a Receita determinar.

Quem escolhe a Obra Zerada tem as normas aplicadas por inteiro e o valor apurado corretamente antes de qualquer pagamento. No fim, o imóvel fica destravado e regular perante o fisco federal, com a certidão em mãos para averbar no cartório — e livre para vender, financiar, dar em garantia ou simplesmente ficar em ordem para quem vem depois.

Quem escolhe o MÉTODO CERTO escolhe deixar sua obra zerada e manter o dinheiro no seu bolso.

Atendimento em todo o Brasil